Acabei de chegar da escola e almoçar e tô criando um Twitter. Tá, eu não entendo direito a utilidade disso, mas gosto de provar coisas (menos comida e coisas sexuais haha), então vou testar e vejo se gosto. No fim do post já devo ter terminado de me inscrever, aí posto o link.
Foi só eu ficar feliz com a minha excelente nota em química para chegarem as ruins. Mas delas não quero comentar, prefiro mesmo esquecer. Esquecer de uma vez por todas, até porque tô 'de boa'. Não tô nem aí, sério. Na hora eu até fiquei "broxado" mas Maribê foi em minha mesa e conversou coisas muito importantes pra mim, e me fez repensar em como vejo as notas: elas só me dizem se eu posso ou não fazer melhor. E eu sei que posso. Enquanto eu tiver consciência disso, vou batalhar para dar o melhor de mim sempre. E isso vai melhorar de agora em diante.
Hoje eu vi uma coisa lá na escola que me deixou pra cima, sério mesmo. Quando saí, pro intervalo, tinha um 'bando' de passáros extremamente organizados voando juntos, como um só, pelo céu. Eram mais de 30, e faziam várias curvas pelo ar sem alterar a formação. É em momentos assim que fico pensando: Deus existe? Ver a perfeição da natureza (santa aula de biologia!) me faz penar que sim, óbvio, ele existe, como não? Mas, depois, passo pela rua e vejo aquele mendigo dormindo enrrolado em jornais, ou aquela criança sem ter o que comer. Não, é claro que ele não existe.
Essas duas realidades são extremos de um mesmo paralelo entre o que Deus teria feito, e o que o humano teria feito, na minha concepção. Mas Deus não pode intervir, se ele é tão poderoso?
Essa dúvida sobre a existência de Deus já me agonia há uns dois anos, e piorou um ano atrás, quando minha avó, tão religiosa e crente no ser superior, morreu.
Acho que tenho um esboç de resposta para essa questão formado em mente: sim, Deus existe, mas não como a igreja prega, o onipotente, onipresente, ser pareciso com o humano. O meu Deus é a natureza, o meio em que vivemos. Ele que criou com toda a perfeição as mínimas partes e funcionamentos do nosso corpo, e ela exerce uma força, a qual não conheço muito bem ainda, sobre todos nós que faz as coisas acontecerem. Infelizmente não é o bastante para impedir as desgraças e injustiças cometidas pelo ser humano.
Eu estava tão ansioso pelo feriado da Semana Santa, mas lembrei que vou passá-lo estudando, poi a semana seguinta a ele vai ser de provas, sendo que segunda já tem física! Achei isso horrível, mas, como já disse acima, vou me esforçar para ter boas notas.
Cortei muito meu cabelo! Vou postar uma foto depois! Nunca tinha ficado tão curto, mas eu e a maioria das pessoas gostamos. Acho que vou manter ele assim agora, me dá mais cara de segundo ano, porque minha carinha de bebê e cabelinho liso com franja de antes me deixavam muito sétima série (666, depois explico o porque).
Semana passada tive aniversário de Zildo (16 anos) e Raquel (17). O de Raquel foi um almoço, deu pra bater um papo com o povo e tal, mas o assunto "teste" ainda tava nas cabeças, e eu saí 16:30h. O de Zildo, um churrasco no Clube da Caixa, onde eu já tinha ido várias vezes (meu pai trabalha na CEF), e foi legal, tomamos banho na piscina mijada e o cachorro-quente tava maravilhoso (repeti alguns trilhões de vezes).
Acabei de criar o Twitter, e já achei uma boa utilidade! Vou sustituir as pequenas atualizações aqui do blog pelas atualizações do Twitter, assim fica salvo pra sempre!
Eu nem tava na ponta do pé, imaginaaa!
RODRIGO. Uma vez, quando pequeno, lembro de ter ido no circo e me encantado com a beleza das perigosas acrobacias apresentadas. Só não notei o quão parecida a minha vida era com uma daquelas performances. Sim, porque hoje eu sei que quantos mais perigos e desafios enfrentamos, mais fortes e completos nos tornamos. E conseguimos arrancar mais aplausos. Aplausos. É exatamente o que quero para o meu futuro, e isso independe de qual será ele. Pretendo hoje fazer medicina, mas nunca se sabe quais supresas a vida nos reserva. O futuro é como um circo, em que você entra e não sabe o que será apresentado, quais emoções sentirá. Hoje já não sou mais uma criança, nem fisica nem psicologicamente, mas continuo me encantando com a amostra do talento natural. Espero poder mostrar os meus para o mundo, sempre o ajudando a melhorar.
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