Feliz Páscoa a todos! Nesse ano não viajei, nem queria mesmo. Primeira semana santa sem minha avó. Tudo bem que na última ela já estava internada em estado terminal. Então é claro que essas duas foram péssimas para mim. E o colégio ainda colocou a semana que vem como semana de provas. Vou estudar nesse fim de semana.
Essas épocas de família lembram muito de minha avó, a pessoa mais incrível que já conheci. Quem lê pensa, e os pais? Mas vejo muito mais defeitos neles que em minha avó. Tenho saudades dela.
Esses 357 dias sem você foram muito difíceis... Os piores.
"Are you looking down upon me?
Are you proud of who I am?
There's nothing I wouldn't do to have just one more chance
To look into you eyes
And see you are looking back"
Hurt - C. Aguilera
Ah, prefiro não comentar minha vida amorosa aqui. Ela vai de mal a pior. Eu sou tão horrível assim?
Só quero uma mulher bonita - loira, inteligente, interessante e sedutora. É tão difícil assim? É. Digamos que 1 em um milhão.
Hoje tive uma discussão longa com meus pais sobre religião e Deus, durante o almoço. Não concordo com essa "regra" de não comer carne na semana santa, simplesmente não suporto a igreja e suas regras. Por quê eu tenho que seguir? Porque nasci numa família católica? A-ha. ODEIO esse determinismo. É aquela coisa: você nasce na Índia e tem que casar com quem seus pais mandam! Não, não concordo e não sigo.
O que dá raiva é que meus pais acham que eu tenho APENAS 15 anos (tenho 16 mas nessas horas eles sempre diminuem ¬¬), e não posso definir nada do que penso! Mas eu tenho consciência que, hoje, sou muito mais maduro e inteligente do que muitos por aí.
Fomos também visitar tia Polly e tio Eduardo. Matheus, filho deles, tá enorme! (Tô ficando veeelho). Não vejo a hora de ter filhos, muitos filhos. Mas isso fica pra quando eu tiver uns 30.
Tenho tido ataques emo ultimamente, mas apesar da minha emice, sei que vai melhorar muito de agora em diante, sinto isso.
RODRIGO. Uma vez, quando pequeno, lembro de ter ido no circo e me encantado com a beleza das perigosas acrobacias apresentadas. Só não notei o quão parecida a minha vida era com uma daquelas performances. Sim, porque hoje eu sei que quantos mais perigos e desafios enfrentamos, mais fortes e completos nos tornamos. E conseguimos arrancar mais aplausos. Aplausos. É exatamente o que quero para o meu futuro, e isso independe de qual será ele. Pretendo hoje fazer medicina, mas nunca se sabe quais supresas a vida nos reserva. O futuro é como um circo, em que você entra e não sabe o que será apresentado, quais emoções sentirá. Hoje já não sou mais uma criança, nem fisica nem psicologicamente, mas continuo me encantando com a amostra do talento natural. Espero poder mostrar os meus para o mundo, sempre o ajudando a melhorar.
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